Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Sem Rumo


sem efeitos
defeitos
perfeito segue
passa
a vida ergue
sem pensar
pensar pesa muito
o passado ímpio
presentes fúteis
futuro cego!
pasteurizado.
sem rumo segue.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008

Me dei voz a esta estrutura de puro concreto
nesta selva de cinza que mexe no coração das pessoas.
Me dei ao acaso no caso vencido.
Me dei voz temperada de prestígio na crise de identidade vencida,
dublada.
No segredo da ida dos personagens,
estratégica família do gelo.
Acontecimentos de sucesso além da história
da safra apanhada.
Busquei no cenário dramático nova estrela encontrar.
dando ainda mais emoção a história.
Numa direção infinita estava dublando a fêmea,
a estrela
a vida
sentida
numa versão encantadora
jamais vista antes.
Foi com muita criatividade que me encontrei lá,
numa certa obseção disputando o mérito em referência.
Estrada longa.
Uma trama sem ironizar a sociedade
adaptando aos acontecimentos
a obra será executada.
Conseguirei elevar este clima para o meu universo disputando vaidades(... )
burguesas contrárias a minha adaptação.
Mas,
respeitando a obra original.

Além dos oceanos
Mares não conhecia
Rios?
Tempestades violentas passavam na sensação de esvaziamento arsênico.
vida interrompida
desenha sonhos na insônia
jardim sem flores
Além do limite da mente humana.
Extraindo da expressão desgarrada
só.
Assim do nada sem preconceito
Ergo me a cabeça olhando pro céu
Na geometria edificada do azul profundo.
Turbilhão de pensamentos
enviados (...)
além da capacidade envolvente do cérebro humano.
ultimo vôo transverso em formas de miragem
sensação de encobrir vergonhas
de leve amassando seus fixos seios
traçando passos com a personagem numa intensa vibração.

Foi andando sem calço
descalço
Assim tipo
voando
sem chão no espaço do abismo que eu me vi,
noite clara iluminada
lá do alto eu via que estávamos descalço sem piso sem calço.
voando
e muito rapidamente atravessávamos o penhaço
sem cair
sem balançar
sem medo.
muita luz havia no alto
abismo
sem nada
pra que?
ser nada ou ser alguém
se nada seriamos e seriamos tudo ali.
voando(...), no espaço do nada iluminado.
sem sentir o chão
descalço.

Meu amor anda solto
E também provável
Tem sabor de cidade
(.....)Imerso
(.....)Imenso
Meu amor é criança num sonho imenso
Feito de gestos e movimentos.
Um amor que brinca na ladeira espiando
espantos
Estranhos pensamentos.
Farejando brisas.
Transando beijos
Outros seres
além
dos olhos do sol
Franzindo a testa
rompendo caminhos
Polindo a dor
Consagrando apenas por estar vivo.
Nossos erros serão motivos suficientes (...)
Nossos motivos são bastante para toda
lágrima sair faísca.
Apenas estar vivo não é milagre,
Mesmo que a metafísica duplique essa memória
Outra pessoa
E alguém que nos transe um beijo.
Que a química alucina
põe direção
vence
molha
Acende as artérias num tráfego intenso
Numa voz rouca
lenta
Mirando a imagem
Deste querer consagrado.
Numa cidade invisível ser pássaro
onde não há nenhum.
Ser onde
Onde não há ninguém.
Assim o quebra cabeça celebra processando pensamentos.
Numa cidade imaginária na gravitação onde não havia ninguém
Somente o volume do meu movimento
Numa espessura invisível
Onde não havia respiração.
Uma cidade invisível.
Palavras de concreto,edifício de poemas,
frases sucintas.
Elaborei um potencial de fórmulas mágicas
Sufocada pela sobrevivência.
Divirto-me com o ingrediente de tantas palavras macias.
Tantas fórmulas suaves.
O sol aparece suave
aquece minhas palavras (...)
O vento as resfria!
Mesmo que me encontre na curvatura do sol,
amarei minhas frases.
Não tenho fórmulas mágicas de fáceis efeitos.
Diante da margem do equilíbrio.
Só queria antecipar futuro
Antes que o mar invadisse
deslizando de mansinho o trabalho do homem.

O LIVRO SE ABRE EM NINFAS
O livro se abre em ninfas
Quebrando estruturas,
arranhando a escuridão do meu mais íntimo ser
tão intensamente,
Enaltecido com seu olhar.
Na sombra da sua beleza
luminosidade e escuridão do meu pensamento,
Em crepúsculos cristalinos você se envolveu.
Na maior intensidade do seu meu ser
nesta cantiga que não terá fim
só a natureza explendida o verá,
como eu já tentei até entender,
mas não consegui ainda mais que belos,
belos olhos.
Você desaparece na solidão.
Existe ainda na solidão alguém que não consegui ficar sozinho?
que não consegui ficar triste(...),
existe e são pessoas que se fizeram felizes com o dia de todas as outras pessoas.
Que assaz,
Queriam ser normais,
ser triste
alegre e comum,
sem choro sem lágrimas
assim estou compondo o meu quadro raro e íncolume diário.
Entre raios de loucura
planando atmosferas,
encontro a terra.
Larga escala da humanidade!
Páginas esquecidas em referência,
debatem avanços.
Direitos irônicos,
Castelos de mármore
Terra partida.
(...)Tu ficas comigo?
vendaval de emoções.
Vibrações urbanas.
Superaremos cada cena sem prévios encontros
atravessaremos rios,
atrações estimulantes.
sinistro amoroso(...).
Cheiro de ruído
afoga a paisagem da cidade
profunda relação,
ramificações do sistema
Imagens perfumadas,
Cenário!

