terça-feira, 28 de abril de 2009

PENSAMENTOS DE MANOEL DE BARROS


PENSAMENTOS DE MANOEL DE BARROS
O maior apetite do homem é desejar ser. Se os olhos vêem com amor o que não é, tem ser.
Passava os dias ali, quieto, no meio das coisas miúdas. E me encantei.

A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto sou abastado. Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito. Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas "E FLORES"

Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito.

Quando as aves falam com as pedras e as rãs com as águas - é de poesia que estão falando.

MURILO, ESTES PENSAMENTOS SÃO EM SUA HOMENAGEM, QUE VOCÊ TENHA MUITA PAZ E SEJA MUITO FELIZ.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O amor é imortal


Um homem que sabe amar nunca vai embora
ele sempre estará presente na vida da sua amada
ele será inesquecível
tem cheiro de rosas vermelhas
com o amor ninguém consegue acabar
ele nos acompanha mesmo que em silêncio total
O amor é imortal
silencioso
por isso pensamos que ele foi embora
mas não
ele estará sempre presente
em nossas vidas
o prazer de ser amado
é o melhor prazer
delírios

quarta-feira, 22 de abril de 2009

AQUARELA


Sinto-me um férmio
tangendo a impressão de contrariar-te .
Quero mesclar-te a mim em cores diversas.
Quero que você seja meu quadro
minha pintura
seu sorriso
em cores diversas
em minha boca aquarela.

domingo, 19 de abril de 2009

Só Deus sabe quanto amei VOCÊ

Chegou a reconhecê- la no tumulto através das lágrimas da dor que jamais se repetiria de morrer sem ela, e a olhou pela última vez para todo o sempre com os mais luminosos, mais tristes e mais agradecidos olhos que ela jamais vira no rosto dele em meio século de vida em comum, e ainda conseguiu dizer-lhe com o último alento:

- Só Deus sabe quanto amei você.

- Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”

http://poetriz.wordpress.com

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"MATARAM IRMÃ DOROTHY" ESTREIA HOJE NO BRASIL

ESTÁ É UMA POESIA
COM CENAS TRISTES
AO MESMO TEMPO .

quarta-feira, 15 de abril de 2009

PRAZER


Que prazer é este estacionado em tua mente,
Que me deixa fincada nessa gazua,
gelada
silenciosa.

domingo, 12 de abril de 2009

Silêncio


Palavras vão surgindo por caminhos incertos
Tempestades sinuosas passam por suas artérias latentes
respirando água dos rios
enquanto isso nas nuvens tocam
suaves melodias gotejam
segredo
caminho sem fim
dias e noites marcadas
silêncio na noite segue
dias se vão
você
brisa suave que escorre em meu corpo
filtrando pensamentos
viagens eternas
sentimentos vão brotando a cada segundo
em ti
em mim


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Amor Eterno



A lua cai de mansinho em minha rua
fiquei a tua espera
para dizer que te amo
o sol nasce
a chuva
as tempestades passam
o meu amor continua maior ainda
nem o sol
nem a lua
nem mesmo a terra
tem dimensões
a que poderia comparar ao meu amor por ti.
A eternidade não tem dimensão.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

TURBULÊNCIAS


Nesta turbulência não consigo encontrar a paz.
Nesta turra não consigo encontrar você,
Não te turves diante do seu amor.

quinta-feira, 26 de março de 2009

IMPULSOS



Multidão vestida
no meio aos que querem tão pouco,
cilada de ombros largos.
Nos cercaram causando medo,
ansiedade.
Acima passavam aqueles que na pureza do impulso
só queriam atropelar-nos,
ouvintes barbados e infantis.
Contribuem auto confiantes.
Mente duvidosa flui de relance agora(...)
brilhante e fria,
como túmulos de mármore no inverno.
Não houve diálogo(...)
qualquer que fosse uma humilde conversação,
homem dos outros
Inúmeras luzes pardas surgem substituindo a letra
a terra
(...)e as estrelas,
isso, para não falar das flores
perdidas pelo caminho.
Propus me a escrever para não esquecer da relva molhada
que quando criança conheci nas madrugadas a caminho das letras
todos os dias melodia de mim mesmo
A relva
as flores
vertentes e chapadões
o mistério do arco íris(...)
tudo me dava vida
E o sonho de poder estar aqui
escrevendo este poema pra você agora.
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