Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,
segunda-feira, 27 de julho de 2009
VOCÊ É POESIA
quinta-feira, 23 de julho de 2009
MEU CHEIRO É SEU

nela presente
FOLHAS SECAS
pétalas em ti
...correndo como pássaros
...voando em meu coração(...)"
Quero agora dizer-lhe
minha vida é você
...sem teu amor sou cerrado
...mais seco que o outono
meu amor aqui escorre
por montanhas e planícies
mas também vai até você ai no norte
que ao me ver se envaidece.
Sei se tu me sentes
como te sinto agora
sou feliz com seu cheiro
sua pele aquece a minh`alma
e acalma meu coração
""...seu cheiro és o meu mais intenso perfume
o meu estará eternamente em você
seu perfume(...)"
"EU NÃO TROCAREI VOCÊ POR NADA DESTE MUNDO, SEM QUE VOCÊ QUEIRA"
sábado, 4 de julho de 2009
MINHA VIDA

Minha vida
estou no mundo aqui perdida
sou aqui da vida do norte
estou de luto incompreendida
imaginando minha vida sem você/
ouvi meu nome
sem saber de onde veio
do além aqui eu respondi
me assustei quando levantei
mas, a vida não encontrei
talvez sou a visão que alguém sonhou
sinto meu coração no barco onde a vida pousar///
Esta tão rara flor
voou de minha alma
nunca mais entendi tristes olhos olhando a mim
tristes olhos olhando a ti
ou a ninguém.
Talvez a noite eu nunca saiba quem sou
nem mesmo o que tenho
tudo é pó
tudo é nada
até o amor chegar.
Bendita seja você por me dizeres
Minha dor não falará
Minha dor anda só.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
VOCÊ
existe um avanço de deformações/
Como se fóssemos medir um fio de cabelo
no mesmo ambiente
//respeitando a lei da natureza//
não perdendo assim o respeito pelo outro
que
debaixo de uma árvore
inventava fórmulas
teoremas de (....)de tanto Pó
to
Ta ta ta ta
montando uma expressão
de energia sem tecnologia
sem medidas
Acreditas?/
Chegamos então a concluir que//
para todos os fatos
a desejada função apresentava todos
os resultados matemáticos usados até então/
Se fizeram respeitados//
havia indicações de que não teria deformações
Tudo se fazia com muita perfeição/
Sem transformações
//Sendo menores ainda comparados entre si//
/Na flexibilidade
estabilizando sem resistir
Sendo assim o mais flexível possível
na estrutura de uma de suas vidas//
Você olha
ele olha
você olha para ele/
Você até olha
mas se dará por vencido
que///
/Uma estrutura é você/
domingo, 21 de junho de 2009
Minha música
(Adriana Calcanhoto)
Minha música não quer ser útil
Não quer ser moda
Não que estar certa
Minha música não quer ser bela
Não quer ser má
Minha música não quer nascer pronta
Minha música não quer redimir mágoas
Nem dividir águas
Não quer traduzir
Não quer protestar
Minha música não quer me pertencer
Não quer ser sucesso
Não quer ser reflexo
Não quer revelar nada
Minha música não quer ser sujeito
Não quer ser história
Não quer ser resposta
Não quer perguntar
Música quer estar além do gosto
Não quer ter rosto, não quer ser cultura
Minha música quer ser de categoria nenhuma
Minha música quer só ser música
Minha música não quer pouco
Colaboração: Raquel Nava
Sonho

buscando meu sonho.
Que desce correndo
no vento da alma.
Em linhas suaves
circuitos urbanos,
sentimentos sofridos
no mistério de um sonho/
/frequência contínua
segunda-feira, 15 de junho de 2009
UMA CAMA VIDA MINHA

Uma chama
uma cama
vida uma
base minha
uma chama
nossa vida
uma rocha
que suporta//
temporais//
nossa vida uma chama
que inflama
que passa
perpassa
em flores/
em pétalas//"
minha vida é você//
que passa/
/me arrasta correnteza
que me leva flutuando pelo rio abaixo//"
vida minha"""//
domingo, 14 de junho de 2009
SILENCIOSAS RISADAS
terça-feira, 2 de junho de 2009
POESIA DE FERNANDO PESSOA
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que soque não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoaquinta-feira, 21 de maio de 2009
Na Correnteza do Rio
Uma chama
uma cama
vida uma
base minha
uma chama
nossa vida
uma rocha
que suporta//
temporais//
nossa vida uma chama
que inflama
que passa
perpassa
em flores/
em pétalas//"
minha vida é você//
que passa/
/me arrasta correnteza
que me leva flutuando pelo rio abaixo//"
vida minha"""//



