Esquece a indiferença aclamada
O homem estóico foi
pensador lúcido
muito ágil
senhor marcado pelas escritas maleáveis
Prisioneiro de si.
Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,




Ligada ao amor ao longo da vida
o calor da fruta
que durou no convívio dos dias
do tempo
da água
sem ver ventania viver dilemas.
No meio a deterioração dos costumes,
Aludidos e atenuados pela força.
Apresentei a vida demasiadamente curta
para contar tudo aquilo que vi no final da década.
/Heroína das estórias que conto
com amplo conhecimento temático
Carregada de cheiro
sentimentos e emoções./
Mergulhada no cotidiano das sombras das mangueiras eu vejo
cada pessoa que passa que,
transpira o calor da chuva que cai nas tardes desta cidade/
/É sol
É chuva/
Toda tarde tem aqui em Belém//
Tem samambaia
Arvores nas árvores
Orquídeas e o canto cerebral da praça
O cantar dos periquitos toda tardinha depois de uma chuva mansinha/
Não é ficção eu na verdade te falo de um dia na praça
da genética///
dos pássaros///
/da reprodução
da herança dos que brotam sem definição nas árvores/ flores.
Da luz das mangueiras no plano coletivo
No imaginário de todos que me lêem até o final/
A razão me diz que escrevo para você que/
no meu coração ouve uma transformação
Produzida pela própria autora tentando equilibrar suas paixões
numa intensa busca existencialista.
/O percurso é amplo
intenso
Tem algo no caminho incendiando minha imaginação///

Pessoa especial
personagem irreal
Oculta ou
/Encoberta.
Falsos tipos intimidam///
São vorazes
Especiais/,
Me dão medo de ser frio
São parciais///
...me assustam
se incomodam no furor
Encolhidos
são pessoas imaginárias
surreais
só pra ver humanitários
conjugados ou integrais
irreais escondidos
Especiais///