Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Esta noite eu voei contigo
encampada de mutilações
[só pensava em destruir-me]
/... /espancava-me ressentida/
///
Lá estava ela estonteantemente linda em sua memória///(Ai,Ai,Ai...??? amor platônico)
...
ASSIM VOCÊ DISSE A ELA ESTONTEAMTEMENTE LINDA.
me vi aqui amando um gay
a morte./
A minha morte.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Aquela imagem balança em minha mente
terça-feira, 12 de julho de 2011
mas foi meu mais importante momento, superação."
Foram trilhos fragmentados por pássaros
vagalumes a tardinha
tanajuras depois da chuva
crianças correndo no escorredor de grama ladeira abaixo
ladeira acima quem chega primeiro?
poesias
andorinhas ao anoitecer num por de sol avermelhado
que até o cerrado cantava.
Cigarras anunciavam a chuva no dia seguinte.
Logo a noite chegava anunciando o sereno de uma madrugada fria
Mais um dia começaria.
domingo, 3 de julho de 2011
"Esperança"
a todas as florestas em pé
ao vento e aos sentimentos
me rendo também aos carinhos constantes
agradeço a cada instante
ao cheiro do ar
ao por do sol
ao luar
ao sol ardente
a chuva fria que cai todas a s tardes
aquecendo meus anseios/
as árvores florecem
meu pé de camomila cresce
minhas órquídeas ficam paradas observando a proteção que tenho
a força que recebo deve ser imensa
tão forte que ainda não desiti de passar todos os dias com muito carinho.
tanto amor e carinho que nem mesmo sei como retribui-lo
meu pe´de camomila cresce
olha pra mim como a única testemunha do meu dia
eu também queria saber de mim.
ele sabe, é meu companheiro na hora dos chás
meu pé de camomila cresce e minha esperança também.
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
"Eu vim aqui para lhe ajudar"
Podem acreditar, ele virá para todos.
"Deus, obrigado por tudo, eu nunca esquecerei."
terça-feira, 21 de junho de 2011
A poesia de Luiz Carlos França
Por Luciana Medeiros, do blog Holofote Virtual
Em véspera de feriado, principalmente quando este cai no meio da semana, os bares costumam lotar. Mas nesta quarta-feira, 22/06, que antecede o de Corpus Christi, o Bar do Rubão, ponto tradicional da boemia na Cidade Velha, oferecerá um motivo a mais para se encher de gente bonita, artistas, jornalistas, escritores e amantes da poesia. Isso porque um grupo de amigos resolveu se reunir e convidar toda a cidade para o relançamento do livro “Boca de Ferro”, de Luiz Carlos França, o último que ele escreveu em vida, antes de nos deixar no dia 30 de junho de 2010.
“É uma alegoria, uma metáfora que eu criei literariamente pra definir meu coração, o motivo maior do meu fazer poético, que é olhar a vida e falar através do coração”. A declaração é de Luiz, em sua última entrevista, publicada no Holofote Virtual.
O nome do livro faz alusão àquela rádio popular representada pelos alto-falantes espalhados pelas ruas, pendurados nos postes. “É um ícone paraense por onde todos os acontecimentos culturais são levados a público. Nas cidades do interior e mesmo na capital. Por isso minha vontade de levar minha poesia através dele”, disse ao jornalista Wanderson Lobato que o entrevistou.
Para Luiz Carlos França, “a poesia não está só nas palavras de um livro, elas devem percorrer as ruas, onde há uma resposta imediata do público”. E foi assim que surgiu a ideia desta obra, lançada em um sarau no dia 10 de junho do ano passado na Casa das Onze Janelas.
Ao ler “Boca de Ferro”, um livro miniatura em sua forma, mas gigante em suas palavras, percebe-se a maturidade maior do poeta. É um livro de despedida, verdades e muitas declarações de amor às pessoas e à cultura popular, com todas as suas cores, e também pela cidade de Belém do Pará, que ele tanto amou.
Por mais irônico que pareça, foi justo este o mês, em que esse colorido mais se manifesta, com seus folguedos e bois bumbás, e que tanto figuraram em seu imaginário poético, que ele escolheu para deixar esta vida, mas não para sempre, pois como todos os poetas verdadeiros, ele se eternizou em seus poemas.
Trajetória Luiz Carlos França é autor também de “Sangrado Coração de Poeta” (2000/2001), “Olhar do Dragão” (2002) e “Poemas de Miriti” (2006). Também foi compositor, ator e diretor de espetáculos. Luiz iniciou sua carreira em 1972 participando do espetáculo “O Coronel Mamcabira”, de Joaquim Cardoso, dirigido por Cláudio Barradas, com música de Waldemar Henrique e produção da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará.
Como compositor tem parceria com Minni Paulo (Por Inteiro), Pedrinho Cavallero (Velho Camaleão) e Júnior Soares (Lobo do Mar), sendo seu principal parceiro o cantor Eloi Iglesias, com quem recebeu a indicação de Melhor Música por “Embriago-me de Blues” para o Troféu Edgar Proença – Secult – 1993 e, no ano seguinte, recebeu prêmio no II Salão de Arte Contemporânea – SPAC – pela performance “Papa Chibé”.
Luiz Carlos França era muito querido no meio artístico. Desde que a notícia do relançamento de “Boca de Ferro” começou a ser divulgada, na semana passada, no Facebook, inúmeras manifestações de carinho foram demonstradas ao poeta. E na quarta-feira, estas irão vibrar muito mais alto. Não faltem!
SERVIÇO:
Relançamento do livro Boca de Ferro, de Luiz Carlos França
Data: 22 de junho
Horário: a partir das 20h
Local: Bar do Rubão (Rua Gurupá, 312 - entre a Rua Rodrigo dos Santos e a Rua Cametá - Cidade Velha)
Isto também passará
“Mas se você quiser realmente entender a estória, terá que vivê-la. Terá que vivê-la — só então chegará a entender o que ela significa”.
Osho, em "Antes Que Você Morra"


