Uns disseram oi,
outros responderam,
tudo bem????
Olhares parados,
vidrados(...)
Copos a mão e garrafas por perto.
Olhares se cruzando sem dizer nada.
Era como se estivessem, com olhares congelados,
como se não vissem nada.
parecia solidão!
corpo curvado ao copo por poucos minutos.
logo se desvencilha do mesmo.
E continuou com o olhar petrificado.
O prato predileto era um peixe,
mas os gatos miavam,
aliás, uma família inteira de gatos famintos,
com direito a avós e tios de gatos.
E, ela continuava de olhar gelado, boca fechada sem nenhum pensamento.
Sem expressão,
Apenas um giro na cabeça para o outro lado.
Olhar intenso e amarrado sobre a música, um tilintar de copos e garrafas e vozes sobressaindo à musica que era de boa qualidade.
Mas, o peixe era o mais procurado, também as garrafas entre copos e taças.
A sociedade em questão e com ética respeitava a fila.
O projeto parecia ser ali,
o cigarro dela saía uma fumaceira angustiante,
diante de um gole de de bebida fria e seca.
Os olhos permaneciam vidrados por cima do óculos.
não era seu primeiro gole, nem mesmo seu primeiro cigarro.
Mas, ela parecia congelada, pela pela bebida e pelo cigarro, paralisada.
Foi um longo tempo paralisada!
Fui embora sem que ela se movesse.
As vezes trocava apenas de perna.
O que para mim só era mais um dia triste,
se transformou no melhor dia do ano.
Surpresa, pois nada esperava a não ser o peixe.
Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,
quarta-feira, 2 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Turbulência
Nesta turbulência não consigo encontrar a paz.
Nesta turra não consigo encontrar você,
Não te turves diante do meu amor.
Nesta turra não consigo encontrar você,
Não te turves diante do meu amor.
Tangendo
Sinto -me um férmio
tangendo a impressão de contrariar ,
queria mesclar-te a mim em cores diversas.
tangendo a impressão de contrariar ,
queria mesclar-te a mim em cores diversas.
segunda-feira, 31 de março de 2008
SOFRIMENTO
SEI QUE TU ESTÁS DORMINDO, SILENCIOSO.
TU SOFRES, ESCRAVIZANDO VOCÊ.
SE ENROSCA PARA SOFRER.
TU SOFRES, ESCRAVIZANDO VOCÊ.
SE ENROSCA PARA SOFRER.
A MAGIA DA NOITE
Ouço vozes vindas do infinito
além,
palavras ditadas ao longo da noite,
As vezes consigo traduzi-las
outras o cansaço não me deixa
mas, continuo ouvindo mesmo sabendo
que não poderei me lembrar depois.
As vezes são reais, como se fosse agora presente,
Outras distantes,
mas, reais.
É pura magia no decorrer da noite.
O pássaro chia no mesmo horário todos os dias.
Neste, momento eu somente ouço o seu chiado.
Deve ser lindo e misterioso,
Diferente,
voar a noite toda.
As vezes sinto-o rasgando o vento na velocidade em que passa pela janela do meu quarto.
Ele esta muito presente todas as noites.
É mesmo mágico conseguir voar na escuridão,
Assim como eu em algumas silenciosas noites.
Hoje voarei até o seu interior e lhes darei beijos de boa noite.
além,
palavras ditadas ao longo da noite,
As vezes consigo traduzi-las
outras o cansaço não me deixa
mas, continuo ouvindo mesmo sabendo
que não poderei me lembrar depois.
As vezes são reais, como se fosse agora presente,
Outras distantes,
mas, reais.
É pura magia no decorrer da noite.
O pássaro chia no mesmo horário todos os dias.
Neste, momento eu somente ouço o seu chiado.
Deve ser lindo e misterioso,
Diferente,
voar a noite toda.
As vezes sinto-o rasgando o vento na velocidade em que passa pela janela do meu quarto.
Ele esta muito presente todas as noites.
É mesmo mágico conseguir voar na escuridão,
Assim como eu em algumas silenciosas noites.
Hoje voarei até o seu interior e lhes darei beijos de boa noite.
sábado, 29 de março de 2008
Nasce um outro dia
Os primeiros pássaros começam a cantar,
ainda não saiu o sol, pois parece que hoje vai atrasar o seu surgimento,
mas em compensação esta uma chuva fininha bem romântica, bem de mansinho, se não fosse o ronco do motor dos ônibus que já vem surgindo velozmemente, para acabar com a melodia dos pássaros que durou menos que cinco minutos.
O barulho incessante do motor do ônibus, superou o cantar dos pássaros.
Ou eles desistiram, ou foi mesmo o barulho que os superaram.
É infelizmente uma triste cena e uma competição desigual.
A baía do Guajará, ainda está um pouco embaçada pela neblina.
Mas ao longe vejo um pedaço da floresta amazônica, e alguns pássaros começando a voar por cima do rio Guamá, maior e mais extenso rio.
Se não fosse um dia de estontear-me, seria um dia romântico,
ou pelo menos me enganaria como todos os outros.
Acordei com o cantar dos pássaros, que rapidamente foi substituído pelo ronco do motor dos carros.
Esporadicamente um pássaro ainda canta, mas já bem fininho e bem baixinho, pois sabes que não conseguem superar tanto barulho.
Ou se sentem humilhados por não ter baterias, censores e coisas tais.
Seria mesmo uma competição desigual, estonteante.
Me sinto assim.
O dia segue, e pessoas passam pelas calçadas, onde a água corre levemente.
Uns rapidamente com sua mochilas, outros devagar e pensativos, sem rumo.
Eu, estou ainda só observando como o dia corre depois da tempestade.
Ainda me sinto cansada, sem forças, estou tentando ouvir os pássaros.
ainda não saiu o sol, pois parece que hoje vai atrasar o seu surgimento,
mas em compensação esta uma chuva fininha bem romântica, bem de mansinho, se não fosse o ronco do motor dos ônibus que já vem surgindo velozmemente, para acabar com a melodia dos pássaros que durou menos que cinco minutos.
O barulho incessante do motor do ônibus, superou o cantar dos pássaros.
Ou eles desistiram, ou foi mesmo o barulho que os superaram.
É infelizmente uma triste cena e uma competição desigual.
A baía do Guajará, ainda está um pouco embaçada pela neblina.
Mas ao longe vejo um pedaço da floresta amazônica, e alguns pássaros começando a voar por cima do rio Guamá, maior e mais extenso rio.
Se não fosse um dia de estontear-me, seria um dia romântico,
ou pelo menos me enganaria como todos os outros.
Acordei com o cantar dos pássaros, que rapidamente foi substituído pelo ronco do motor dos carros.
Esporadicamente um pássaro ainda canta, mas já bem fininho e bem baixinho, pois sabes que não conseguem superar tanto barulho.
Ou se sentem humilhados por não ter baterias, censores e coisas tais.
Seria mesmo uma competição desigual, estonteante.
Me sinto assim.
O dia segue, e pessoas passam pelas calçadas, onde a água corre levemente.
Uns rapidamente com sua mochilas, outros devagar e pensativos, sem rumo.
Eu, estou ainda só observando como o dia corre depois da tempestade.
Ainda me sinto cansada, sem forças, estou tentando ouvir os pássaros.
Noite a dentro
alguns carros passam
um chiado de pássaro noturno
todas as noites no mesmo horário.
o ventilador passa cortando o vento como se cortasse meu coração,
como uma palavra estonteante. ai, ai.
Fiquei ligeiramente zonza, um pouco sem mémoria.
me roubara o que que de melhor esperava.
O respeito!!!!!
embora estonteante não fosse uma palavra ideal, mas cortou meu coração com a velocidade de um triturador industrial.
Ja nem falo da paixão platônica, porque já não sobrou nenhum pedaço para senti-la, tudo foi triturado.
E a noite passa, e está estonteante não sai de minha mente.
um chiado de pássaro noturno
todas as noites no mesmo horário.
o ventilador passa cortando o vento como se cortasse meu coração,
como uma palavra estonteante. ai, ai.
Fiquei ligeiramente zonza, um pouco sem mémoria.
me roubara o que que de melhor esperava.
O respeito!!!!!
embora estonteante não fosse uma palavra ideal, mas cortou meu coração com a velocidade de um triturador industrial.
Ja nem falo da paixão platônica, porque já não sobrou nenhum pedaço para senti-la, tudo foi triturado.
E a noite passa, e está estonteante não sai de minha mente.
segunda-feira, 24 de março de 2008
rasoura
Metabolismo alterado
É como se fosse um tratado desorganizado e mal dividido.
É como se querer misturar óleo a água, impossível se conseguir a homogeneização dos líquidos.
não diverso a mesma coisa tudo confuso,
é reacionário este quadro, é secreto
é como se desse um tornado em meu piquenique.
sem mérito, sem tempo de escolha,
é méson e confunde, me sinto uma rasoura.
É como se fosse um tratado desorganizado e mal dividido.
É como se querer misturar óleo a água, impossível se conseguir a homogeneização dos líquidos.
não diverso a mesma coisa tudo confuso,
é reacionário este quadro, é secreto
é como se desse um tornado em meu piquenique.
sem mérito, sem tempo de escolha,
é méson e confunde, me sinto uma rasoura.
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