Poesia moderna surrealista, delírios, Amor, paixão,viagens astrais, poesia, poemas,borboletas, voos,
segunda-feira, 24 de março de 2008
rasoura
É como se fosse um tratado desorganizado e mal dividido.
É como se querer misturar óleo a água, impossível se conseguir a homogeneização dos líquidos.
não diverso a mesma coisa tudo confuso,
é reacionário este quadro, é secreto
é como se desse um tornado em meu piquenique.
sem mérito, sem tempo de escolha,
é méson e confunde, me sinto uma rasoura.
desistir de você
A tristeza é feia e sem pernas,
Não consigo viver com ela, é como se uma outra pessoa fizesse parte de mim todo este tempo.
sinto-me outra pessoa dentro de mim, é como se nada funcionasse direito.
Daí vem surgindo pensamentos horríveis ideias feias que não fazem parte de mim.
A ansiedade em que me encontrei todos estes dias é rasa e fria!
Sem piedade,
sem destino
não, não tem nenhuma consistência.
A sociedade busca e escolhe o máximo exige se de tudo na vida real.
Eu escolhi vc, mas sei que terei que desistir, pois vc é mais forte que a minha patologia.
Eu gostaria de ter corrido uma longa distância com vc, mas sei que se vc não quiser mesmo partirei pra outra para poder lhe dar a liberdade de ser feliz com outra pessoa.
tente entender que muitos males até são necessários para nos fortalecer nesta caminhada, se pensarmos bem o amanhã será favorável a tudo que vivemos e ele nos dará a resposta.
branquelinho escrevi no seu caderno aquele dia pra vc.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Lembranças
Desde que tudo ficou claro
Várias lembranças e muitas espécies se foram.
Nenhum contraste de pintura ou de figura humana.
Na profunda raspagem da história não restou vestígios.
Tudo se foi.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Passado
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Delírios
Princesa,
Pura magia,
Clara transmissão em circuito perpétuo.
Transparecendo luzes no escurecer da manhã.
Era memória e alucinações ampliadas num raso silêncio,
empoeirado.
No tráfego das artérias jorrava transe intenso;
numa voz intensa, árida;
Silenciosa!
As palavras foram polidas.
E o seu cérebro explora o silêncio pausadamente.
Vidas!!!
Tudo nêle!
Menos, a melodia da música que voava em pensamentos.
Para Você.
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Uma Chama
Um livro se abre na significância de tuas palavras
Frases compridas
Alvejadas de extrema singelez
Mas de intenso prazer.
Um livro se abre
pura orquestra
pura singênese
imaculado.
Sápido
Inteirado de saberes.
Sentindo na face a aragem vertiginosa
das pessoas que carregam sua pressa
e, perdem o poder do sabor
de uma orquestra que vem soprando nossos corações.
Abrindo horizontes
soprando chamas .
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Penas Coloridas

Nesta manhâ apanhei penas coloridas
Para enfeitar-te na luz do dia.
Vermelhas a principio.
Verdes e azuis.
Da cor da minha imaginação.
Seus olhos brilhavam numa luz intensa.
Apreciarando-me na tentativa de alegrar -te
Na corrida alegórica das penas que voavam.
Representando ali uma felicidade imensa
a cada conquista de uma cor.
Encontrei-me exaurindo nesta conquista como se fosse a última
conquista.
Uma celebração diante dos deuses
numa rua clara
de pessoas(...)
na síntese da vida
humana.
Assim como a vida
humana.
Subhumana.
Assim
o que nos resta
é o instante.
Ha seu tempo vida veloz
que vagarosamente passa
na certeza de um amanhã que poderá vir em
instantes parecendo eternos, em resumo de horas.
Penas
todos alimentos são.
Que pena.
Pétalas...
todos alimentos são.
E amaciam este mundo caos que até o inverno aquece.
E se vestem de beijos.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Flores que voam
Há tanto silêncio em volta que até consigo ouvir
das janelas os golpes dos raios da Lua.
Os gelados e estraçalhados gritos do sol
Rasgando a nudez das nuvens
Na nudez do silêncio
No incontido calculo da sombra do caos.
Rasguei a covardia e meu grito saiu.
Em flor que voa
Que respira
Que sopra
Sem medo sem preconceito
Cauterizando sombreados em demasia.
Flores que voam
Rejeitando o cansaço
o dia.
Cada minuto uma sensação foi
em dias de mormaço.
Pairando simplesmente.
Pairando.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Imaginação
Neste processo de pensamentos desterrados em abismos
de trilhas rasas
também profundas na sintonia das flores no pensamento das borboletas
com um mínimo de imaginação convidaria você um desafio.
Descer a serra comigo para terminar esta poesia
nesta interpretação moribunda
.... miserável.
ofereço com boa vontade está difícil fórmula inexplicável.
Numa movimentação temática
sem produzir efeito
inerte
mórbido
Podendo ser um quebra cabeça prazeroso.
Mas,
a matéria é apaixonante
numa mecânica celeste no fundo dos mares.
Dando asa aos pássaros
numa proposta de delírio com as borboletas
no sentimento da existência das flores.
Na falta das orquídeas para pedir socorro as borboletas
deixei o caminho cair numa destas fechadas na escuridão.
havia muito a ser apreciado entre o cheiro das orquídeas e o vôo das borboletas.
na sofreguidão para encontra-la se são tão suaves e raras...
Descendo misteriosamente em uma floresta íngreme
de ipês
está as luxuosas orquideiras na sombra dos pássaros.
Na presença singular das orquídeas cheirando a brisa suave
herança da entrada do outono.
contracenando com ipês floridos de flores amarelas.
Como a alma do homem sob o socialismo na eternidade dos diamantes.
Era festa(....)
mas, não em castelo.
festa na serra
no sonho das amadas mensageiras violetas flutuantes
curtindo o exercito de um homem só.
Sonho de uma noite de outono irei ficar lhe esperando para sermos um onde
onde não há ninguém.