
Jogando palavras em blocos de concreto
até o término deste edifício de poemas,
de frases sucintas
elaborei em meu potencial de fórmulas mágicas
sufocada pela sobrevivência
dividindo ingrediente de palavras macias
fórmulas suaves.
(...) e o sol passa aquecendo minhas palavras
O vento as resfria (...)
Mesmo que me encontre na curvatura da tempestade
sem ter opção de escolha
estarei amando as letras.
Não temos fórmulas mágicas de fáceis efeitos
assim estaria ignorando está lisura
diante da margem do equilíbrio.
Só queria ter uma antecipação do futuro
antes que o mar invadisse
deslizando de mansinho o trabalho do homem.
8 comentários:
Em poucas palavras: maravilhoso poema!
bjs
Gosto de vento , gosto de ler vc.
Arquiteta das palavras! (lindinha,vou pedir ao Monday, para pegar o selinho, tá? Sou péssima nisso, rsrs). Beijinhos!!
Gostei da atribuição do selo de menção que me concedeu.Obrigada. Bjs
Gosto do que escreve.
Obrigado pelo selinho e prometo posta-lo sim...
Fica com Deus, menina "Borboletas".
Um abraço.
Obrigado pelo selinho senhorita Borboleta, prometo posta-lo.
Fique com Deus, menina.
Um abraço.
Nada facil tem gosto, por isso adorei este versos:
"Não temos fórmulas mágicas de fáceis efeitos"
"assim estaria ignorando está lisura"
"diante da margem do equilíbrio".
Fique com Deus, menina Borboleta.
Um abraço.
lavrar
é ato original
desde creta
desde lesbos
desde antes
a mulher
palavra
o que o homem
concreta
eis o gesto
grandioso
a lavra do alimento
evoé!
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