quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Em poucas palavras


Jogando palavras em blocos de concreto

até o término deste edifício de poemas,

de frases sucintas

elaborei em meu potencial de fórmulas mágicas

sufocada pela sobrevivência

dividindo ingrediente de palavras macias

fórmulas suaves.

(...) e o sol passa aquecendo minhas palavras

O vento as resfria (...)

Mesmo que me encontre na curvatura da tempestade

sem ter opção de escolha

estarei amando as letras.

Não temos fórmulas mágicas de fáceis efeitos

assim estaria ignorando está lisura

diante da margem do equilíbrio.

Só queria ter uma antecipação do futuro

antes que o mar invadisse

deslizando de mansinho o trabalho do homem.

8 comentários:

Palavras de Osho disse...

Em poucas palavras: maravilhoso poema!

bjs

Zisco disse...

Gosto de vento , gosto de ler vc.

Escrevendo na Pele disse...

Arquiteta das palavras! (lindinha,vou pedir ao Monday, para pegar o selinho, tá? Sou péssima nisso, rsrs). Beijinhos!!

DOCETERE disse...

Gostei da atribuição do selo de menção que me concedeu.Obrigada. Bjs

Gosto do que escreve.

Daniel Savio disse...

Obrigado pelo selinho e prometo posta-lo sim...

Fica com Deus, menina "Borboletas".
Um abraço.

Daniel Savio disse...

Obrigado pelo selinho senhorita Borboleta, prometo posta-lo.

Fique com Deus, menina.
Um abraço.

Daniel Savio disse...

Nada facil tem gosto, por isso adorei este versos:
"Não temos fórmulas mágicas de fáceis efeitos"
"assim estaria ignorando está lisura"
"diante da margem do equilíbrio".

Fique com Deus, menina Borboleta.
Um abraço.

fernando disse...

lavrar
é ato original
desde creta
desde lesbos
desde antes
a mulher
palavra
o que o homem
concreta

eis o gesto
grandioso
a lavra do alimento

evoé!

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