

Na fúria dos ventos,
Sorrindo com a boca
Num céu azulado
Brandou em pedaços de pele suando
Fragmentos de pedra saiam
(...),Suave ternura
O sol em brasa sai do espaço
Suavemente a lua ficava
Transportando dali cavalo dourado.
Deslizando em ondas
Enfrentando a fúria dos ventos
Ficando ancorado na rua da glória
Em toda clareza da vida
com a vaidade o vento zoava
Investigando a razão
Fiquei apaixonada.
Desagradando a visão o coração chorava
pede pernas para voar espiando os mágicos
dizia ansiosa que você volte logo
O relógio falava.
10 comentários:
Sim o relógio fala e fala alto.
beijos
Bellisimo.
felicitaciones.
Saludos desde Argentina,Liliana.
LILIANALUCKI.BLOGSPOT.COM
E de tua autoria a poesia nobre poetisa "Borboletas"?
Mas o que gostei mais foi da frase "Ficando ancorado na rua da glória", assim se atingi a maior gloria, que é a glória de se apaixonar...
Fique com Deus, menina "Borboletas".
Um abraço.
Que ritmo!
bjs
"Desagradando a visão o coração chorava"...
Pois, o coração chora quando o mundo se desfaz.
Apreciando sempre este blog, da cidade do Porto.
Magnífica construção que encanta em cada palavra tão bem colocada.
.
Belo!
.
Terno abraço.
Um poema que encantador...
Belo!
Falar mais seria ser repetitiva...
Beijos e carinhos
Nessas horas é que desejamos silenciar os ponteiros, não é mesmo?
Adorei a ilusão da lua nesses versos. Seria um prazer tê-la participando do Coletânea Artesanal (www.coletaneartesanal.wordpress.com). A próxima edição sairá no dia 28 de fevereiro. Caso se interesse, me avise. Abraços meus
Quédome con corazón que pide pernas para voar e reloxo que fala. Hai moita sensibilidade chea de imáxenes enchidas de sentemento.
Bikiños
tto lindo! Chegou a faltar e fôlego e a querer ir ao encontro da lua.
Parabéns, amiga
Beijos
Mirse
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